Alguns leitores (Anderson Martins e Sônia Silva mais precisamente) do blog me perguntaram sobre eventuais questões éticas e legais do uso do mobile marketing, e já que acredito que esta seja uma dúvida de muitos, além do código de conduta da MMA – uma dica que dou é que consultem o artigo Os aspectos legais do mobile marketing, da advogada especialista em Direito Digital – Patrícia Peck, publicado no site Webinsider.
Abaixo segue algumas partes da matéria:
A mobilidade é a grande fronteira da sociedade atual. Há três leis de tecnologia que explicam a realidade em que vivemos. A primeira é a Lei de Moore, que introduziu o poder do processamento. A segunda é a Lei de Metcalfe, que permitiu a criação do padrão ethernet e, assim, colocou todos nós em rede. E a terceira é a Lei de Maxwell, que trouxe a mobilidade.
Mas, o que significa a mobilidade dentro de um cenário de oportunidades de negócios, em que há dois fenômenos: o da portabilidade, que já chega a 80 gigabytes com um minúsculo iPod; e o de estar online de qualquer lugar, a qualquer tempo?
Mobilidade não é uma tendência, é uma necessidade. E como tal, irá invadir as empresas, assim como já ocorreu com os emails, com a internet, com os computadores.
Saber usar adequadamente é questão de diferencial do próprio negócio. Quem souber fazer melhor, poderá criar “Pocket Brands”, ou melhor, as marcas favoritas, que levamos no bolso.
